About

Mostrando postagens com marcador Jennyffer Gomes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jennyffer Gomes. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de outubro de 2014

Notícia: Instituto de Ecologia pede interdição da represa do Broa devido à poluição

Caros leitores (ecoleitores),

Água verde devido à alta concentração de algas traz riscos aos
banhistas do Broa (Foto: Paulo Chiari / EPTV)

A Represa do Broa  localizada em Itirapina (SP) é considerada um lugar de lazer  e recreação, oferecendo diversas atividades como:  pescarias, passeios de barco, mergulho e camping, para os diferentes  turistas que estão acostumado a visitar o lugar,  recebendo em média 8000 turistas a cada final de semana.


Pela primeira vez em 40 anos as águas da represa do Broa estão contaminadas, chegando a um grau tão grande de contaminação que o Instituto Internacional de Ecologia (IIE), pediu a interdição da represa, na esperança de impedir o contato dos banhistas e pescadores com a água contaminada. 

Os primeiros sinais de que havia algo de errado com as águas da represa, foram os peixes mortos encontrados tanto no meio das plantas aquáticas como às margens do balneário. De acordo com o pesquisador Fernando de Paula Blanco, a mortandade dos peixes na represa é grande devido à alta concentração de algas, “o oxigênio da água à noite, esta chegando a quase zero” disse ele.

Diversas medições foram feitas na represa pelos pesquisadores, foram medidas as quantidades de oxigênio, temperatura e PH da água, sendo ainda feita coleta de amostras da água para analise em laboratório. Segundo o presidente do IIE José Galizia Tundisi nas analises foram encontradas além das algas e cianobactérias, vírus e coliformes fecais, estando todos os dados acima dos índices permitidos pela Organização Mundial de Saúde. 

Fonte: G1
Petiano Responsável: Jenyffer Gomes

domingo, 21 de setembro de 2014

Notícia: Concentração de gases do efeito estufa bate recorde

A concentração desse gás na atmosfera é cerca de 150% maior
 hoje do que a 263 anos atrás na era pré-industrial.
Caros leitores (ecoleitores), gases como o gás carbônico, metano e óxido nitroso que são considerados responsáveis pelo aumento do buraco na camada de ozônio, e consequentemente responsáveis pela aceleração do aquecimento global, geram muitas dores de cabeças, fazendo com que se criem vários métodos para a diminuição da emissão desses gases na atmosfera. Porém esses métodos não estão sendo muito eficazes. Segundo um relatório da ONU, o registro dos gases como gás carbônico, metano e óxido nitroso, se encontram em maiores níveis se comparados com a era pré-industrial. De acordo com esse mesmo relatório, a concentração na atmosfera e nos oceanos de gases do efeito estufa no ano de 2013 atingiu níveis recordes, isso devido a maior presença de CO2. A concentração desse gás na atmosfera é cerca de 150% maior hoje do que a 263 anos atrás na era pré-industrial. Esse aumento afeta diretamente a vida marinha, visto que atualmente os oceanos são responsáveis por absorver aproximadamente 25% das emissões de dióxido de carbono, o que pode modificar o ciclo de carbonatos  marinhos e desencadeia a acidificação da água do mar.

Fonte: Deutsche Welle

Petiano Responsável: Jenyffer Gomes

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Notícia: Nível de mercúrio em águas oceânicas cresce quase 400% em um século e meio, contamina peixes, crustáceos e algas e amplia o risco de danos à saúde humana

Mercúrio: metal tóxico
Caros leitores, o mercúrio é um metal pesado, e por este motivo pode causar sérios problemas ao meio ambiente em caso de contato direto, afetando as plantas, animais e os seres humanos, principalmente se estiver em grandes quantidades. A seguinte notícia corresponde ao aumento de mercúrio em águas oceânicas e como esse mercúrio chega indiretamente e causa danos nos seres humanos. 

Com a globalização e o avanço na tecnologia a quantidade de resíduos produzidos pelo homem vem crescendo significativamente. Causando dessa forma graves problemas para o meio ambiente. Esses problemas vêm crescendo de maneira acelerada e tomam conta do ar, solo e água, em consequência da atitude errônea dos seres humanos.
Atualmente boa parte de pesquisadores ambientais além de estudar os efeitos dos gases presentes no aquecimento global, decidiram se debruçar sobre a poluição que hoje afeta os oceanos. Estes afirmam que além de devido a poluição dos oceanos haver uma redução das áreas e da população marinha, os mares estão se contaminado com mercúrio e ele esta trazendo grandes problemas para este ecossistema.
Segundo um estudo publicado na conceituada revista inglesa “Nature” o volume da concentração de mercúrio em águas oceânicas de até 100 metros de profundidade (consideradas rasas) cresceu aproximadamente 400% em um século e meio. E de acordo com uma pesquisa feita por um centro de pesquisas marinhas nos Estados Unidos, atualmente quase 80 mil toneladas de mercúrio estariam depositados nos mares.
Através da queima de combustíveis fósseis, principalmente o carvão, o mercúrio é liberado na atmosfera, que entra em contato com as águas da chuvas, é carregado para o mar.
A contaminação nos seres humanos pode ser dar por bioacumulação, pois após o mercúrio ser carregado e chegar no mar, a algas absorvem este elemento, os peixes se alimentam das algas, e outros animais se alimentam dos peixes. Desta forma o homem acaba se alimentando desses animais que podem estar contaminados com o mercúrio depositado no mar, e assim se contaminando também.
O consumo de uma grande quantidade de animais contaminados pode levar o corpo humano à uma contaminação crônica, onde o Sistema Nervoso Central é o mais atingido.

Petiano Responsável: Jenyffer Gomes

Fonte: Brasil Escola



Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More