About

Mostrando postagens com marcador amazônia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amazônia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Artigo: Desmatamento no Brasil: um problema ambiental

Autora: Anna Júlia Lorenzzon Gelain
Revista: Revista Capital Científico - Eletrônica
Data de publicação: outubro de 2012

Resumo por: Gilzete Reis

O crescimento descontrolado das atividades produtivas e econômicas, devido à rápida evolução dos meios de comunicação tem afetado o mercado global, que busca sempre  um melhor aperfeiçoamento de produção de bens de consumo. Diversas cidades do Brasil sofrem com abastecimento de água, qualquer desequilíbrio na evaporação da água na Amazônia traria diversos problemas sociais. A consequência disto é o impacto ambiental, sendo o desmatamento o principal  agente causador, colocando em risco as florestas e acarretando diversos problemas; entre eles, estão a perda da produtividade e aumento a probabilidade da extinção de algumas espécies.

As principais causas do desmatamento seriam as atividades extrativistas, agropecuária, a política do desenvolvimento que leva à especulação da terra e a má administração dos resíduos urbanos, a floresta amazônica tem sofrido grandes perdas no seu território brasileiro, sendo o segundo na lista dos desmatamentos. 
Desmatamento na Amazônia
O artigo demostra que uma das maneiras de inibir o desmatamento desordenado seria fazer uso da Amazônia Legal, onde se delimitaria áreas de proteção, em troca do uso das terras de modo sustentável.  A Floresta Amazônica representa um dos biomas mais ricos da flora e da fauna, com diversidade de interações ecológica, sendo necessária uma melhor compreensão de sua dinâmica, pra melhor preserva-la. A educação ambiental seria um meio de alertar a sociedade de seu papel na conservação, levando para escola professores capacitados  com metodologias que  atinjam  o objetivo de conscientizar  o homem e sua vivencia coma natureza.

O presente artigo foi baseado em pesquisa bibliográfica e documental, onde se conclui que no Brasil, apesar de termos legislação florestal, essa não esta sendo respeitada nem colocada em prática, sendo necessária uma intervenção mais  pontual por parte do governo.


Como proposta o autor se refere ao uso da Amazônia Legal, de modo sustentável e a implantação da educação ambiental nas escolas  como meio de conscientizar a população da importância da floresta amazônica.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Notícia: Como ações sociais podem ajudar a reduzir o desmatamento na Amazônia

Moradores incentivando o Programa de Bolsa Floresta.
Caros ecoleitores,

A Amazônia não é um território desabitado. Vivem na região cerca de 24 milhões de pessoas ou 13% da população nacional. Cerca de 4 milhões estão na floresta, seja em comunidades indígenas e ribeirinhas, seja vivendo como seringueiros ou pequenos produtores rurais. São essas pessoas que vivem em contato direto com a floresta e que também estão fortemente ligadas ao combate ao desmatamento. 

Os programas de pagamento por serviços ambientais oferecidos pela floresta, com o controle do regime hídrico, a fertilidade dos solos e a biodiversidade, são considerados como uma das melhores opções para remediar a falta de oportunidades para a população da Amazônia.

O desenvolvimento de novos negócios que façam a conexão entre a biodiversidade da floresta as indústrias é outra opção de novas oportunidades. Um exemplo disso são as novas produtoras de pneus que usam borracha nativa da Amazônia e que antes operavam com matéria-prima importada da Indonésia na Zona Franca de Manaus. “Garantir o progresso social e o desenvolvimento da Amazônia não é apenas uma medida eficaz para combater o desmatamento. Esse é um desafio enorme, pois estamos mudando uma visão de mundo e criando de fato um caminho sustentável para o planeta”, afirma Virgílio Viana, presidente da FAS.

Fonte: Amazonia.org
Petiano Responsável: Regina Nascimento



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Notícia: Estudo descreve cinco novas espécies de macaco-parauacu (saki monkey) na Amazônia

Uma grande revisão taxonômica dos macacos-parauacu, nome popular utilizado para todos os primatas do novo mundo do gênero Pithecia, revelou a existência de cinco novas espécies deste gênero.

Macaco-parauacu (Pithecia pithecia)
Macacos-parauacu ou saki monkeys como chamados em inglês, são um grupo secreto de primatas nativos das florestas tropicais da América do Sul. Eles são frequentemente caçados para alimento, apesar de seu comportamento evasivo os tornarem difíceis de serem encontrados.

O estudo foi conduzido pela Dra. Laura K. Marsh, ecóloga e primatóloga, e diretora do Instituto de Conservação Global, resultado de 10 anos de pesquisas envolvendo análise aprofundada de espécimes de museu e de fotografias de macacos vivos. Ele reconheceu 16 espécies distintas do gênero Pithecia: cinco previamente estabelecidas, três reintegradas, três elevadas ao nível de subespécie, e cinco espécies recém-descritas. 

Macho da espécie  Pithecia albicans
Foto: Russell A. Mittermeier, Conservation International
"Eu comecei a suspeitar de que poderia haver mais espécies de macacos-parauacu quando eu estava fazendo pesquisa de campo no Equador", disse Marsh. "Quanto mais eu via, mais eu percebia que os cientistas foram confundidos na suas avaliações da diversidade de macacos-parauacu há mais de dois séculos." 

As cinco novas espécies são encontradas no Brasil, Peru e Bolívia. Três delas são endêmicas do Brasil e uma do Peru. Esta revisão aumenta o número de espécies de primatas no Brasil para 145; a maior diversidade para qualquer nação. 

"Além de ser vital para a sua conservação e sobrevivência, a descrição científica revista dessas macacos-parauacu é um grande passo na nossa compreensão da diversidade de primatas na Amazônia e no mundo", disse o Dr. Anthony B. Rylands, pesquisador sênior da Conservation International e Vice-Presidente do a IUCN Species Survival Commission (SSC) Primate Specialist Group, do qual uma das novas espécies, Pithecia rylandsi, foi nomeada.

Os primatas são os principais componentes dos sistemas de floresta tropical, e são de grande importância como dispersores de sementes, predadores, e às vezes até como presa. 
"Macacos- parauacu, como muitos primatas das florestas tropicais, são excelentes indicadores para a saúde dos sistemas florestais tropicais", disse o Dr. Russell A. Mittermeier, presidente da Conservation International e Presidente da IUCN (SSC) Primate Specialist Group, após o qual a recém descrita Pithecia mittermeieri foi nomeada. "Esta revisão do gênero mostra claramente quão pouco ainda sabemos sobre a diversidade do mundo natural que nos rodeia e que dependemos tanto".

Os resultados do estudo foram apresentados no 25º Congresso da Sociedade Internacional de Primatologia, em Hanói, no mês passado e publicado na edição de verão da Neotropical Primates, um jornal dirigido pelo IUCN (SSC) Primate Specialist Group e Conservation International.

Fonte: IUCN.Org

Petiano Responsável:
Paulo Ayres

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Artigo: Diversidade de Bromeliáceas Epífitas na Área de Proteção Ambiental Ilha do Combu, Belém, Pará, Brasil.

Autores: Adriano Costa Quaresma e Mario Augusto G. Jardim.
Periódico: Revista Acta Botânica Brasílica
Ano de publicação: 2012

Petiano Responsável: Ingrid Fontes

Caros leitores,

Aechmea distichantha
Vocês sabiam que as epífitas perfazem cerca de 10% da flora mundial? Sendo principalmente representadas pelas orquidáceas, cactáceas, pteridófitas e bromeliáceas? As bromeliáceas objeto deste trabalho, possuem aproximadamente cerca de 3.086 espécie, estima-se que 40% delas ocorram no Brasil. O presente estudo teve como objetivo avaliar a diversidade da família bromeliácea na área de Proteção Ambiental Ilha do Combu. Localizada no município de Belém do Pará, estado do Pará na margem do rio Guamá. O local do estudo situa-se em um ilha fluvial, composta por floresta de Várzea, ocupada continuamente por cipós, árvores, arbustos, lianas e epífitas, apresentando estrutura e composição florística variada. Instalou-se parcelas de 100 m x 100 m, subdivididas em oito parcelas de 50 m x 50 m, totalizando 2 ha de florestas onde foi realizada as observações e analisadas com algumas variáveis. Os resultados obtidos do estudo apontaram 1.339 indivíduos de bromeliácea, pertencentes a oito espécies, quatros gêneros e duas subfamílias. Os gêneros Tillandsia L. e Aechmea Ruiz & Paiv apresentaram maior riqueza. A diversidade de espécies apresentaram-se com muitos indivíduos e poucas espécies.

Um pouco mais sobre as Bromélias...

Uma das espécies do gênero Aehmea é a Aehmea distichanta, conhecida popularmente como "planta vaso" é uma bromélia nativa e de porte médio, seu florescimento é exuberante, atrai colecionadores do mundo todo. Tendo suas folhas dispostas em roseta, formando um característico “copo central”, possuindo folhas arqueadas, verdes no comprimento e avermelhada na base. Esta linda bromélia pode ser fixada em árvores, plantadas em vasos ou plantadas em canteiro. Fonte: Jardineiro

Para visualização completa do artigo clique aqui.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Artigo: Manejo Comunitário de Lagos de Várzeas e o Desenvolvimento sustentável da Pesca na Amazônia

Autores: David McGrath, Fábio de Castro, Evandro Câmara, Célia Futemma.
Periódico: Novos Cadernos NAEA, Vol. 1, No 2 (1998)
Ano de Publicação: 1998

Petiano Responsável: Ana Karolina

O artigo sugere uma abordagem diferenciada de administração dos recursos pesqueiros na várzea amazônica, é uma opção mais sustentável e cooperativa, que envolve comunidade próxima e o estado. 
Para que se compreenda a situação, é feita uma introdução bastante esclarecedora sobre a importância desse recurso pesqueiro, em seguida expõem as opções de manejo. 
O que chama atenção no artigo é a opção do manejo comunitário que, apesar de antigo, não é muito destacado em trabalhos de recursos pesqueiros. Ele se apresenta como uma saída para sobrepesca, o que é uma preocupação mundial.
A leitura é recomendável para os interessados em avaliação de recursos pesqueiros, administração desses recursos e pesca sustentável. Além de reunir extensão, administração, sustentabilidade, economia e uma forma de apresentação simples e bem elaborada. Ainda que antigo, o artigo consegue ser aplicável nos dias atuais.

Pesca na Amazônia
Resumo: A várzea amazônica é uma das últimas regiões pesqueiras do mundo ainda pouco explorada. Contudo, durante os últimos trinta anos a intensificação da pesca tem aumentado a pressão sobre os estoques pesqueiros da várzea. Embora a pesca amazônica tenha sofrido grandes mudanças, o desenvolvimento da pesca na região está ainda na sua fase inicial. À medida que a pesca se desenvolve, duas estratégias de manejo estão surgindo, uma baseada no modelo convencional de manejo pesqueiro centralizado no Estado, e a outra, no manejo comunitário dos recursos pesqueiros da várzea. Nesse contexto, o desenvolvimento da pesca amazônica representa um problema e uma oportunidade. Peixes são recursos altamente produtivos e renováveis. Se os recursos pesqueiros são manejados de forma sustentável, integrando as populações locais que atualmente exploram os recursos, eles podem contribuir significativamente para o desenvolvimento da várzea. Se o recurso pesqueiro é explorado de forma não sustentável, e sem a participação das populações da várzea, a intensificação da pesca pode levar à degradação dos ecossistemas da várzea e à marginalização da população ribeirinha. A proposta deste trabalho é avaliar esses dois modelos de manejo em termos de seus impactos sobre as populações, recursos pesqueiros e ecossistemas de várzea, e avaliar até que ponto o modelo de manejo comunitário poderia servir como base para uma estratégia regional de desenvolvimento dos recursos pesqueiros da várzea. Este trabalho é dividido em três partes. Na primeira, são apresentadas as características mais importantes dos dois modelos. Na segunda parte, é avaliado o potencial de cada modelo para o desenvolvimento da pesca amazônica. Na última seção, são discutidas as principais barreiras para a implementação do modelo de manejo comunitário.

Para visualização completa do artigo clique aqui.

sábado, 19 de julho de 2014

Notícia: Descoberto quatro novas espécies de mamíferos no Brasil

Quatro novas espécies de mamíferos que vivem na Mata Atlântica e na Amazônia foram descobertas por uma cientista brasileira com a ajuda de sequenciamento genético.
A investigação científica foi publicada na última semana na revista “Molecular Phylogenetics and Evolution”, em artigo assinado por Silvia Pavan, Sharon Jansa e Robert Voss.

O artigo afirma que das quatro espécies novas, três vivem na Amazônia e uma na Mata Atlântica. Os animais ainda não receberam um nome, já que a descrição oficial deve acontecer nos próximos anos.
De hábito terrestre, são bichos que vivem entre as folhagens de florestas, fazem ninhos em troncos ocos de árvores e podem ter capacidade de viver em tocas abaixo do solo – uma característica que ainda precisa ser melhor estudada.
São animais que se alimentam de insetos, mas que também podem consumir pequenos vertebrados. Seu comprimento varia de 7 centímetros a 20 centímetros, e chegam a pesar entre 6 gramas e 140 gramas.

Espécies de “cuícas-de-rabo-curto” ilustrando diferentes padrões de coloração da pelagem: A: Monodelphis domestica (coloração uniforme); B: M. touan (laterais avermelhadas); C: M. emiliae (cabeça e lombo avermelhados); D: M. americana (listras dorsais esc (Foto: Divulgação/T. Semedo; S. Pavan; T. Semedo; D. Pavan)

Além de descrever quatro novos animais, o trabalho de pesquisa publicado na última semana sugere alterar a quantidade de espécies de cuíca-de-rabo-curto descritas pela ciência. Até então, segundo a literatura, existem 26 variações. Mas foi possível verificar que cinco descrições eram, na verdade, repetições. Isso se esclareceu com análise genética. Assim, com as quatro novas espécies descritas no trabalho da brasileira, o total ficaria em 25.

Lei mais em: http://g1.globo.com/

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Notícia: Brasil proíbe pesca de piracatinga na Amâzonia até 2020 em prol da conservação do boto-vermelho

Boto-vermelho da Amazônia
Em conjunto, os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e Pesca e Aquicultura (MPA) assinaram instrução normativa que proíbe a pesca e comercialização da piracatinga (Calophysus macropterus) na Amazônia pelos próximos cinco anos. A moratória passa a valer a partir de janeiro de 2015.

Muito apreciada na Colômbia, a piracatinga é um peixe desvalorizado no Brasil por se alimentar de animais em decomposição. Para capturá-lo, pescadores utilizam golfinhos amazônicos - em especial o boto-vermelho (Inia geoffrensis), também conhecido como boto-cor-de-rosa - e jacarés como isca.

A medida é uma vitória da conservação do boto-cor-de-rosa, afirma Sannie Brum, pesquisadora do Instituto Piagaçu (IPI).

Estimado em 15 toneladas anuais, o volume de pesca da piracatinga provoca a morte de 66 a 144 botos por ano, revela o estudo desenvolvido por Sannie. Na teoria, o limite seguro de mortes é apenas de 16 espécimes.

Além disso, a reprodução lenta é uma característica da espécie que contribui para sua vulnerabilidade. "Após cerca de dez meses de gestação a mãe pode cuidar de seu filhote por até quatro anos, então a inserção de outro boto na natureza é demorada", diz Sannie.

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More