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sábado, 9 de abril de 2016

NOTÍCIA: Estudo do governo dos EUA mostra efeito de mudança climática na saúde

   Caros leitores (ecoleitores),Foi divulgado neste dia 4 de abril pelo governo dos Estados Unidos, um estudo feito ao longo de três anos que alerta para grandes prejuízos na saúde publica norte americana nos próximos anos devido as mudanças climáticas. Está estimado que no verão de 2030 tenha-se um aumento de pelo menos 11 mil mortes por conta do “calor extremo”, e a tendência é piorar caso não haja uma medida contra as mudanças climáticas com urgência, pois caso permanecermos no mesmo ritmo em 2100 o número de mortes pode chegar a 27 mil pessoas.
Doenças respiratórias estão entre as que podem piorar com aquecimento global (Foto: reprodução/TV Tem)
















O documento lançado por agências federais americanas pretende ser ainda mais rigoroso do que o acordo climático realizado em paris no ultimo ano, pois não só o aumento de temperatura preocupa o governo norte americano, mas também o aumento de doenças tanto transmitidas por insetos com o aumento da temperatura, quanto pela água com o aumento das inundações. Com todas estas mudanças climaticas o nível  mais elevado da temperatura irá prejudicar colheitas com redução do valor nutricional dos alimentos, além de piorar a poluição atmosférica afetando pessoas que tem problemas respiratórios como a asma, deixando assim o governo e a população em estado de alerta. Tais mudanças serão sentidas por todas as classes sociais, porém as pessoas economicamente menos favorecidas e as pessoas mais idosas serão as mais impactadas.

   Parece que um dos maiores poluidores do mundo está começando a ficar atento para as mudanças climáticas, e que sirva de exemplo para as demais nações.

Petiano Responsável: Gustavo Aires

terça-feira, 3 de novembro de 2015

ARTIGO: Os impactos das mudanças climáticas em ecossistemas costeiros marinhos.

Alô galerinha que curte o mar, as consequências das atividades humanas no planeta estão ficando cada vez mais evidentes, entretanto em ambientes marinhos tais evidências escapam muitas vezes aos nossos olhos, estima-se que o oceano proporcione cerca de 14 trilhões de dólares em bens(alimento e materiais) e serviços(regulação de distúrbios e ciclagem de nutrientes) . Aumento da temperatura, da acidez e do nível dos oceanos são algumas das mudanças abióticas acarretadas pelo ser humano no ambiente marinho. Recentemente(1993) a comunidade científica despertou para a premência de estudos nesse campo.

A grande maioria dos estudos tem como objeto de estudo o efeito das mudanças de temperatura e se desenvolvem a nível de organismo individual (mudanças fisiológicas em resposta as alterações). Poucos são os trabalhos que analisam as mudanças a níveis superiores de organização biológica como populações e comunidades. As variáveis abióticas também são desbalanceadas enquanto quantidade de estudos e importância. As mudanças químicas nos oceanos por exemplo já dão pistas que podem comprometer muito mais os organismos marinhos e a maneira como se comportam, a nível de global e de comunidades, do que o aumento de temperatura, ainda assim são pouco estudadas, em relação as mudanças de temperatura.


Deste modo percebe-se que há uma carência em estudos mais aprofundados na área, estudos que envolvam sinergia de efeitos sobre a biota, adaptações de comportamento a nível de comunidade e gerenciamento de estoques levando em conta a manutenção da biodiversidade e o utilitarismo dos oceanos.

Vida marinha “Eu não vou falhar com vocês novamente”
PETIANO RESPONSÁVEL: Daniel Mota






terça-feira, 16 de junho de 2015

Notícia: Mudanças climáticas extremas desaceleraram a ascensão dos dinossauros

Tradução por: Fabiane Santos

Um dia, dinossauros dominaram o planeta - mas eles passaram seus primeiros 30 milhões de anos presos em suas bordas geográficas. Grandes dinossauros floresciam perto dos polos, mas apenas alguns pequenininhos, de tamanho comparável a avestruzes, conseguiram se estabelecer em latitudes mais baixas e quentes. 

Répteis dominavam o sudoeste dos EUA há 212 milhões de anos, quando répteis eram escassos
Pesquisas recentes sugerem que o clima instável nestas regiões mantiveram os grandes dinossauros contidos por milhões de anos, já que as condições em latitudes mais baixas variavam violentamente entre períodos secos e quentes.

A descoberta é baseada em uma detalhada história climática reconstruída a partir de rochas sedimentares em Novo México (EUA), que datam de cerca de 215 - 205 milhões de anos atrás, durante o período Triássico tardio. Naquele período, esta área ficava ao norte da linha do equador, aproximadamente onde hoje se encontra a Costa Rica. A região era dominada por répteis arcaicos (alguns relacionados a crocodilos), com poucas espécies de pequenos dinossauros presentes.

Jessica Whiteside, a pesquisadora de geoquímica orgânica da Universidade de Southampton responsável pelo estudo, acompanhou o crescimento de plantas antigas através da análise de isótopos de carbono em nódulos de solo petrificado nas camadas de rocha. Ela encontrou sequências de picos e depressões na quantidade de carbono-13 “pesado”, sinal de uma grande perturbação ecológica. Estes picos alinham-se com mudanças súbitas no pólen capturado nas rochas, indicando mudanças periódicas entre plantas adaptadas a condições quentes e aqueças que preferiam um ambiente com clima mais árido.
Este ambiente instável pode ter impedido os dinossauros maiores de sobreviverem nas regiões mais afastadas dos polos, pois grandes dinossauros herbívoros requeriam recursos muito mais estáveis, segundo Randall Irmis, paleontólogo do Museu de História Natural de Utah, em Salt Lake City e co-autor do estudo. 

Desta maneira, a inconstância da quantidade de recursos durante este período de intensa mudança entre “seco e úmido” não sustentava a presença de grandes animais, a princípio. Durante estes 30 milhões de anos, dinossauros menores eram capazes de migrar para outras regiões por apresentarem uma demanda energética e alimentar muito menor. “Em climas quentes, secos e com grandes flutuações, coisas menores possuem uma melhor chance de sobrevivência”, como afirmado por Randall Irmis. Além disto, quase não há registros fósseis de dinossauros de grande porte datando do Triássico tardio. 


Fonte: Nature News

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Artigo: Risco climático da cana-de-açúcar cultivada na região Nordeste do Brasil

Autores: Vicente de P. R. da Silva, Sonaly D. de Oliveira, Carlos A. C. dos Santos & Madson T. Silva1
Periódico: Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental
Ano de Publicação: 2012

Petiano Responsável: Ana Karla Nobre Dias

Este estudo avalia os impactos das alterações climáticas sobre o zoneamento agrícola de risco climático da cultura da cana-de-açúcar cultivada na região Nordeste do Brasil, baseado nos relatórios do IPCC. Combinado com técnicas de geoprocessamento (SIG) o modelo de balanço hídrico foi utilizado para identificar as áreas da região de estudo nas quais a cultura poderá sofrer restrições de rendimento devido às mudanças climáticas. Os dados utilizados no estudo foram as séries históricas de precipitação com no mínimo 30 anos de dados diários, coeficientes de cultura, evapotranspiração potencial e duração do ciclo da cultura. 

Para visualização completa do artigo clique aqui.

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