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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Palestra: A importância de padronização espacial em levantamentos da biodiversidade

Amanhã (27), ocorrerá a palestra intitulada " A importância de padronização espacial em levantamentos da biodiversidade", tema bastante importante para estudos em Ecologia. A palestra será ministrada pelo Dr. William Magnusson, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), às 10h, no Anfiteatro 13, na Universidade Federal de Pernambuco - UFPE

Mais informações: http://tinyurl.com/ecoevol ou http://www.facebook.com/EcoEvolUFPE

                               

Artigo: O uso do bioindicador Daphnia similis para a avaliação da toxicidade em água bruta captada em estação de tratamento para consumo humano

Resumo por: Ana Karolina.

Os mais variados tipos de atividades antrópicas tem ação poluidora sobre os corpos hídricos utilizados para o abastecimento público, apresentando graves reflexos na qualidade das águas, com altos custos econômicos e sociais, torna-se necessário buscar alternativas que ampliem o conhecimento dos impactos que ocorrem em nossos recursos hídricos. O bioensaio é um dos parâmetros mais utilizados para estudos da qualidade da água por vários órgãos ambientais no mundo. Testes de toxicidade são empregados no biomonitoramento, por serem métodos mais sensíveis na detecção de diversos impactos, determinando a capacidade que os mesmos têm de afetar negativamente os processos fisiológicos dos organismos abrangendo uma grande variedade de substâncias em um único ensaio. 
O trabalho objetivou analisar a toxicidade aguda em Daphnia similis, presente na água bruta captada no Rio Paraíba do Sul, São Paulo, a ser tratada em uma Estação de Tratamento de Água (ETA) do tipo convencional, para o consumo humano, permitindo a melhoria da qualidade da água servida e com isso demonstrar também a importância do uso dos testes de toxicidade na detecção de problemas advindos das fontes de captação, em comparação com os parâmetros físico-químicos.

Comentário do Petiano:
Este trabalho mostra claramente como  a utilização do microcrustáceos da espécie Daphnia similis como biomonitor é uma excelente opção para avaliar o impacto ambiental e qualidade da água, os resultados obtidos foram compatíveis com os resultados dos testes físicos e químicos.

Para acessar o trabalho completo, clique aqui.

Artigo: A importância da Leishmaniose Visceral canina para a saúde pública: uma doença reemergente

Fonte: Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, 2009.
Autores: NOGUEIRA, José Luiz; SILVA, Marcos Vinícius Mendes; PASSOS, Cristiane Carlin; AMBRÓSIO, Carlos Eduardo.

Resumo por: Acácia Xavier

A Leishmaniose visceral (*Calazar) é uma doença parasitária com ampla distribuição mundial. No Brasil é considerada reemergente e em expansão. Protozoários do gênero Leishmania são os agentes causais desta doença.
A doença acomete o homem e outras espécies animais, principalmente cães. O diagnóstico é baseado em métodos parasitológicos, sorológicos e moleculares. Em decorrência do crescimento dos centros urbanos e das dificuldades socioeconômicas, a doença não se encontra apenas nas florestas, avançando para a periferia dos grandes centros urbanos. 
Neste artigo, há a descrição sobre a doença e a ênfase na sua importância perante a saúde pública.

*nome popular.
Para conferir o artigo completo, clique aqui.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Artigo: Educação Ambiental: o desafio da construção de um pensamento crítico, complexo e reflexivo

Autores: Pedro Roberto Jacobi
Periódico: Educação e Pesquisa
Ano de Publicação: 2005
Petiano Responsável: Anderson Coutinho


A multiplicação dos riscos, em especial os ambientais e tecnológicos de graves consequências, é elemento chave para se entender as características, os limites e as transformações da nossa modernidade. É cada vez mais notória a complexidade desse processo de transformação de uma sociedade cada vez mais não só ameaçada, mas diretamente afetada por riscos e agravos socioambientais. Os riscos contemporâneos explicitam os limites e as consequências das práticas sociais, trazendo consigo um novo elemento, a “reflexividade”. A sociedade, produtora de riscos, torna-se crescentemente reflexiva, o que significa dizer que ela se torna um tema e um problema para si própria.  
Fig. 1. Exercite a reflexividade
O conceito de risco passa a ocupar um papel estratégico para o entendimento das características, dos limites e das transformações do projeto histórico da modernidade e para reorientar estilos de vida coletivos e individuais. Num contexto marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema, isso envolve  um conjunto de atores do universo educativo em todos os níveis, potencializando o engajamento dos diversos sistemas de conhecimento e a sua capacitação numa perspectiva interdisciplinar. Os educadores têm um papel estratégico e decisivo na inserção da educação ambiental no cotidiano escolar, qualificando os alunos para um posicionamento crítico face à crise socioambiental, tendo como horizonte a transformação de hábitos e práticas sociais e a formação de uma cidadania ambiental que os mobilize para a questão da sustentabilidade no seu significado mais abrangente.
Para leitura completa do artigo clique aqui:    http://www.scielo.br/pdf/%0D/ep/v31n2/a07v31n2.pdf  





quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Artigo: Estimativa do saldo de radiação em girassol como função da radiação solar global.Fi



Autor: Arno B. Heldwein1, Ivan C. Maldaner2, Sidinei Z. Radons3, Luis H. Loose1, Dionéia D. P. Lucas1 & Fernando D. Hinnah1
Ano de Publicação: 2011
Petiano responsável: Ana Karla


Fig. 1. O girassol (Helianthus annuus L.).
Durante os anos de 2007, 2008 e 2009, foi estudado na Universidade Federal de Santa Maria a estimativa do saldo de radiação (Q*) a partir da radiação solar global incidente (Rg) sobre os dosséis de plantas de girassol. Tanto para o girassol quanto para as demais culturas, a radiação solar golbal (rg) tem elevada importância na produtividade, visto que afeta diretamente a quantidade de carboidratos resultantes da fotossíntese, além de que outros processos relacionados à planta e ao ambiente dependem dessa fonte de energia, tais como a transferência de água da superfície para a atmosfera, o aquecimento e resfriamento do ar e do solo, assim como o processo de evapotranspiração.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Transposição do rio São Francisco para o nordeste semiárido do Brasil: dados técnicos, impactos ambientais e enquete sobre o volume transposto.


 
 
 
 
 
 
 
 

A transposição do Rio São Francisco, uma das maiores obras de engenharia do Brasil de todos os tempos, cortará uma extensa região agrícola de dimensões continentais, envolvendo temas de caráter multidisciplinar, como impactos ambientais, água, solo, irrigação, outorga de água e outros. Devido a sua importância, incorporou-se a partir de 2005 o tema a uma disciplina denominada Poluição e Impactos ambientais, UFSCar. Mesmo antes das apresentações verificava-se forte oposição. Preliminarmente, o objetivo do trabalho foi levantar os principais dados técnicos e impactos ambientais, culminando com uma análise crítica sobre a obra.
Rio São Francisco
Fig.1.Transposição do Rio São Francisco motiva discussões e disputa política.
O segundo objetivo constituiu-se em detectar no público participante das exposições os três aspectos mais relevantes que causavam oposição, concluindo-se pelas seguintes razões: a pressuposição de que o volume de água a ser transferido seria muito maior do que na realidade se propõe no projeto; o desconhecimento de outras obras de transposição em operação no Brasil e a ideia de que o canal artificial teria largura muito maior do que o proposto. Quanto ao item volume a ser transferido, levantaram-se quantitativamente os valores imaginados pelos participantes em quatro apresentações (cursos de graduação-2, curso de pós-graduação-1 e apresentação pública externa-1). Verificou-se diferença significativa entre o valor pressuposto e o real do projeto, segundo o teste t, para cada levantamento, resultando média geral 14 vezes maior que o proposto. Concluiu-se que a reação à implantação do projeto, deve-se em parte, ao desconhecimento com tendência a superestimar a ordem de grandeza do impacto ambiental.
 
Para leitura completa do artigo clique aqui: http://ref.scielo.org/bsgd5j







Autores: Rubismar Stolf; Sonia M. de S. Piedade; Jair R. da Silva; Luiz C. F. da Silva; Miguel Â. Maniero.
Periódico: Avaliação: Revista Engenharia Agrícola
Ano de Publicação: 2012
Petiana responsável: Aisy Porfirio. 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Artigo: A Restauração Ecológica em Destaque: Um retrato dos últimos vinte e oito anos de publicações na área





Autores: Renata Evangelista de Oliveira; Vera Lex Engel
Periódico: Oecologia Australis
Ano de Publicação: 2011
Petiano Responsável: Pedro Sena


A restauração ecológica vem tomando um papel cada vez mais destacado para a ciência, provavelmente pela recente percepção da importância que os ecossistemas naturais possuem também para o homem. Nesse sentido, houve a necessidade de se restaurar o que antes havia sido perdido por meio da degradação dos ambientes naturais. 

Fig. 1. Corredor de Biodiversidade do Araguaia –
um dos maiores corredores ecológicos de biodiversidade recuperados
No artigo apresentado, as autoras discutem a evolução da Restauração Ecológica, bem como sua definição, diferentes áreas e sua abordagem ao longo de 28 anos. Segundo a Sociedade para a Restauração Ecológica (SER, em inglês), a restauração é definida como ‘o processo de assistência à recuperação de um ecossistema que foi degradado, danificado ou destruído’, adicionando aspectos políticos, tecnológicos, sociais, culturais e econômicos.

A metodologia do estudo foi feita através de revisão bibliográfica e pesquisa nos principais periódicos da área, de forma que os artigos publicados nesse período de 28 anos fossem classificados como sendo de estudos de caso ou artigos teóricos.

As autoras evidenciaram que a partir de 1996 houve um aumento muito grande no número de publicações da área, o que pode mostrar a crescente procura por remediar degradações sofridas pelos ecossistemas naturais, que se reflete no investimento em tecnologia e ações de restauração ecológica por todo o mundo.

O artigo é concluído com a reflexão de que as recentes ações de restauração ecológica devem levar em consideração muito mais que apenas o ambiente a ser restaurado. O entorno da área também precisa ser foco dos estudos investigativos, abordando tanto impactos sociais e culturais, quanto consequências políticas e econômicas.

Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.oecologiaaustralis.org/ojs/index.php/oa/article/viewArticle/oeco.2011.1502.8

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Artigo: Efeito da cobertura morta e do preparo do terreno nas perdas de solo e água em um argissolo vermelho-amarelo


Autores: Daniel Fonseca de Carvalho; Claudinei Antonio Montbeller; Eleandro Silva da Cruz; Ângela Maria Quintão Lana e Wilson Araújo da Silva.
Evento/Periódico: Revista Engenharia na Agricultura
Ano: 2003
Petiana responsável: Magda Silva



Com o objetivo de avaliar o efeito da cobertura morta e do preparo do solo no controle das perdas de partículas sólidas e de água, com um simulador de chuva pendular bico “Vee-Jet” 80.150, o qual foi submetido à pressão de 34,0 kPa para simular uma chuva com características próximas às da chuva natural.

Fig.1. Cobertura morta: folhas secas 
A erosão hídrica consiste no processo de desprendimento, arraste e deposição das partículas do solo, o que causa perda progressiva do solo, remoção dos nutrientes e da matéria orgânica causando prejuízos socioeconômicos para as gerações atuais e representando um enorme risco para as gerações futuras.

Foi utilizada uma área experimental localizada no SIPA - Sistema de produção Agro Ecológico Embrapa/UFRRJ/Pesagro, com declividade média em torno de 8,0%, cujo solo é classificado como Argissolo Vermelho-Amarelo, Tb distrófico, A moderado e textura média/argilosa. 

Foram utilizadas duas parcelas, uma com cobertura morta (CC) e outra sem cobertura morta (SC), após um pré molhamento, e repouso de 10 minutos para estabilização das condições de umidade, para então, ser iniciada a chuva simulada e contabilizado o tempo para o início do escoamento superficial. As amostras foram coletadas, a partir do início do escoamento superficial, sendo, então, cronometrados 5 minutos para a coleta de cada amostra. Os volumes escoados foram coletados em frascos de 1 L. No final de cada teste, as amostras foram encaminhadas ao laboratório para determinação da quantidade de solo presente no escoamento superficial.

Com isso pode-se observar que a cobertura morta reduziu em 66,7% e 81,1% a perda de solo, nos sistemas de preparo com enxada rotativa e de aração e gradagem, respectivamente; Também, A perda de água foi de 21,7% e 46,9%, para os mesmos sistemas de preparo e cobertura, respectivamente; e que os simuladores associados a modelos de regressão auxiliam a predição de perdas de solo e água, possibilitando a avaliação de tipos de manejo de solo, da cobertura e de sistemas de controle de erosão.

Podemos concluir que a utilização de cobertura morta como método preventivo de controle da erosão é extremamente eficiente.


Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.ufv.br/dea/reveng/arquivos/vol11/v11n1-4p15-22.pdf

Cientistas estudam ouriços marinhos e criam método para reduzir CO2

Um estudo com ouriços do mar permitiu que uma equipe de cientistas britânicos desenvolvesse um novo método para reduzir o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, o principal causador da mudança climática.

Pesquisadores da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, descobriram que os ouriços utilizam níquel para aproveitar o CO2 do mar e fabricar suas carapaças calcárias, segundo estudo publicado nesta terça-feira (5) pela revista “Catalysis Science & Technology”.

A física Lidija Siller afirmou que a descoberta aconteceu “totalmente por acaso”, quando foram acrescentadas pequenas partículas de níquel a uma solução de água com CO2. Como resultado, os cientistas observaram o dióxido de carbono desaparecer completamente da solução.

Pesquisadores estudaram ouriço do mar para criar método para reduzir CO2 (Foto: Divulgação/James Watanabe/Universidade Stanford)

A pesquisa revela que, na presença de um catalisador de níquel, o CO2 se transforma em carbureto de cálcio ou de magnésio, um mineral inócuo presente na crosta terrestre e que é utilizado no setor da construção para fabricar cimento e outros materiais, além de ser usado em hospitais para fazer gesso.

O método idealizado pelos especialistas britânicos consiste em fazer com que o CO2 liberado na atmosfera pelas indústrias passe diretamente da chaminé da fábrica para uma coluna de água rica em nanopartículas de níquel, fazendo com que o carbureto de cálcio sólido (principal componente do giz) possa ser recuperado ao se depositar no fundo.

“Este processo não funcionaria em todos os casos, uma vez que não dá para adaptá-lo ao tubo de escape de um automóvel. Mas essa é uma solução efetiva e barata para algumas de nossas indústrias mais poluentes e poderia ter um impacto significativo na redução do CO2 na atmosfera”, acredita Siller.

Atualmente, as propostas para se desfazer do dióxido de carbono consistem em capturá-lo e injetá-lo sob terra em formações rochosas, algo que pode ser perigoso caso sejam produzidos escapes.

A alternativa é transformar o CO2 em carbureto de cálcio ou de magnésio, o que já pode ser feito empregando uma enzima de anidrase carbônica, que tem um papel importante no transporte de dióxido de carbono e controle do nível de pH.

O problema é que essa enzima é efetiva durante pouco tempo e torna-se inativa em meios ácidos, fazendo desse sistema milhares de vezes mais caro do que o níquel, afirma o principal autor do estudo, Gaurav Bhaduri. “A beleza de um catalisador de níquel é que ele segue funcionando independentemente do pH. Graças às propriedades magnéticas, ele pode ser recuperado e utilizado várias vezes. Além disso, o produto derivado do carbureto é útil e inócuo para o meio ambiente”, disse o pesquisador.

 Fonte: G1

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

USP lança portal com 800 videoaulas grátis


Portal e-Aulas USP, lançado no dia 31 de maio, disponibiliza vídeos produzidos por docentes da Universidade em diversos campos do saber

O novo portal pode ser utilizado tanto por professores e alunos da USP como pela comunidade em geral

Com o propósito de incorporar novas tecnologias ao método tradicional de ensino, o Portal e-Aulas USP é uma plataforma que reúne e disponibiliza videoaulas produzidas pela Universidade. O novo serviço é uma iniciativa da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), inspirada em portais semelhantes de instituições internacionais de ensino superior, como Massachusetts Institute of Technology (MIT), Harvard e Princeton.

O novo portal pode ser utilizado tanto por professores e alunos da USP como pela comunidade em geral. Constitui-se, assim, uma forma de a Universidade democratizar o conhecimento produzido, possibilitando que a sociedade tenha acesso ao conteúdo apresentado por seus docentes. Para o reitor João Grandino Rodas, “com esse portal, estamos, em primeiro lugar, aumentando a possibilidade da utilização de novas ferramentas no ensino presencial; e, em segundo lugar, abrindo para toda a população brasileira parte do acervo da Universidade, fazendo com que, democraticamente, que o internauta possa assistir a qualquer vídeo, a qualquer momento. Isso é indispensável para que a USP possa avançar mais um patamar e ficar mais próxima do futuro”.

Adotando uma linguagem dinâmica e interessante, as videoaulas atendem à demanda crescente por conteúdos digitalizados por parte das novas gerações, habituadas ao ambiente virtual e ávidas consumidoras de vídeos. De acordo com o superintendente de Tecnologia da Informação, Gil da Costa Marques, “a STI já estuda a possibilidade de ter, em breve, cinco equipes de produção de vídeos à disposição dos docentes que estejam dispostos a gravar seus conteúdos. Isso deverá otimizar a produção e aumentar a quantidade de vídeos de qualidade produzidos pela USP”.

Desenvolvido para facilitar o acesso ao conteúdo, a plataforma é multilíngue e possui um sistema de busca multifacetada, com a ferramenta de autocomplete. Permite, ainda, o acesso cruzado, ou seja, a partir de um vídeo, o Portal sugere outros vídeos com conteúdo relacionado. O Portal também é compatível com as redes sociais e alguns vídeos estão disponíveis para download.

Na segunda fase do projeto, que deverá ser implementada até o final do ano, o Portal permitirá que os vídeos sejam legendados e que outros arquivos sobre o assunto em questão, mesmo que estejam em formatos diferentes, possam ser inseridos. Segundo a pesquisadora do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da Escola Politécnica e coordenadora do Grupo Gestor do e-Aulas, Regina Melo Silveira, o Portal e-Aulas USP também será incorporado ao Portal de Busca Integrada do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi). Dessa forma, o usuário que pesquisar sobre um determinado assunto obterá como resultado não apenas livros, teses e artigos relacionados, mas também os vídeos produzidos sobre o tema.

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