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segunda-feira, 18 de março de 2013

Artigo: Evaluación de un sistema sustentable de producción de caña de azúcar en Tucumán

Autores: Patricia A. Digonzelli
Periódico: Revista industrial y agricola de Tucumán
Ano de Publicação: 2011

Petiano Responsável: Ana Karla




La necesidad de implementar sistemas productivos sustentables y amigables con las poblaciones vecinas a los campos conduce a la eliminación de la quema como práctica asociada a la cosecha de la caña de azúcar. Este trabajo forma parte de un estudio donde se compararon dos sistemas de producción de caña de azúcar: a) con cobertura de residuos de cosecha ("mulching") y b) sin cobertura de residuos de cosecha (residuo quemado). Se establecieron macroparcelas en un lote comercial implantado con el cultivar LCP 85-384, en Albarracín, Cruz Alta, Tucumán, R. Argentina. El diseño experimental fue de parcelas divididas con tres repeticiones, estando cada parcela formada por cinco surcos de 30 m. Se evaluaron dos ciclos agrícolas: 2006/2007 y 2007/2008. A partir de la cosecha, se determinaron periódicamente la humedad del suelo a 20 cm y 40 cm de profundidad, la temperatura de suelo a 15 cm de profundidad, la infiltración básica y el número de tallos. Al momento de cosecha, se determinaron número y peso de tallos, a partir de los cuales se estimaron las toneladas de caña por surco y por hectárea. La humedad del suelo resultó mayor en el tratamiento con cobertura de residuos para el ciclo 2007/2008, no así para el ciclo 2006/2007, donde no hubo diferencias entre tratamientos. Este comportamiento dependió de la cantidad y distribución de las lluvias. La temperatura del suelo fue mayor en el tratamiento sin cobertura, situación que se mantuvo hasta el cierre del cañaveral. La dinámica de la población de tallos mostró un número de tallos mayor para el tratamiento con cobertura en el pico del macollaje. A cosecha se mantuvo esta tendencia, pero la diferencia solo fue significativa en 2007/2008. La producción de caña por hectárea fue un 12% y un 55% mayor en el tratamiento con cobertura en 2006/2007 y 2007/2008, respectivamente.

Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.scielo.org.ar/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1851-30182011000200001&lng=pt&nrm=iso&tlng=es.

Artigo: Construindo bases para a sustentabilidade da agricultura brasileira

Autores: Gerhard Bohne
Periódico: SustainAGRO
Ano de Publicação:2012


Petiano Responsável: Aisy Porfírio



O desenvolvimento econômico do Brasil sempre esteve atrelado à agricultura. Desde o século XVI, com o início do cultivo da cana-de-açúcar e posteriormente o auge do café, o país demonstrou seu protagonismo agrícola. Clima favorável, que possibilita duas ou mais safras por ano; solo fértil; disponibilidade de recursos hídricos; demanda mundial por alimentos em contínuo crescimento; alto potencial para consumo interno, com o aumento de renda da população, além de avanços consideráveis em pesquisa e desenvolvimento ao longo das últimas décadas. Fatores que não só impulsionam o Brasil a novos patamares, como impõem desafios cada vez maiores à cadeia produtiva, grande força propulsora deste cenário. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou projeções do agronegócio brasileiro para 2020. Segundo o estudo, a produção de grãos (soja, milho, trigo, arroz e feijão) deverá passar de 142,9 milhões de toneladas em 2010/2011 para 175,8 milhões em 2020/2021. Um acréscimo de 33 milhões de toneladas à produção nacional, e, em valores relativos, 23%. Panorama extremamente favorável, mas que requer sustentabilidade a uma das agriculturas mais competitivas do mundo.  
No rumo da liderança na produção global de alimentos e de uma participação cada vez mais expressiva na estabilidade econômica, com significativa contribuição ao PIB e à balança comercial, a agricultura brasileira ainda necessita avançar em pontos fundamentais para garantir sua sustentação. Uma base que, para ser sólida, não só passa por questões de infraestrutura e incentivos, mas se fundamenta na quebra de paradigmas, quando todos os elos da cadeia de valor se comprometem efetivamente com as boas práticas agrícolas. Em resumo, incentivar o desenvolvimento da agricultura, com maior e melhorprodutividade das terras agricultáveis somada à responsabilidade ambiental e à compreensão das necessidades sociais.
De acordo com essa filosofia de trabalho, o produtor aperfeiçoa o processo produtivo, aumentando a qualidade e a rentabilidade, assim como ampliando as oportunidades de acesso aos mercados domésticos e internacionais. O processador mantém qualidade requerida por meio da rastreabilidade de origem e do armazenamento do produto. Por sua vez, os importadores e exportadores garantem o padrão exigido em cada país; o varejista apresenta maior oferta de alimentos com valor agregado; e o consumidor recebe um leque de produtos seguros, de alta qualidade e a preços acessíveis durante o ano todo. Com isso, voltamos ao ponto inicial – a história da agricultura brasileira está intimamente associada ao ciclo de desenvolvimento do próprio país. Para assumir e sustentar o seu verdadeiro papel, o Brasil necessita de uma parceria forte e duradoura entre os elos que compõem a cadeia produtiva. Segundo dados do IBGE, apenas entre 2010 e 2011, a população brasileira ganhou mais de 1,6 milhão de pessoas. O que nos exige foco na tomada de decisões.




quinta-feira, 14 de março de 2013

Artigo: Crise ambiental e percepção: fragmentação ou complexidade?

Autores: Claudio Luis de Camargo Penteado; Ivan Fortunato
Periódico: Revista Eletrônica de Mestrado em Educação Ambiental
Ano de Publicação: 2010

Petiano Responsável: Izabelle Rezende
   
O artigo tem por objetivo avaliar a crise ambiental pela perspectiva da percepção dos indivíduos sobre o meio ambiente. Sustentado pelo pensamento complexo de Morin e pelas idéias de Capra, que sinalizam que a degradação ambiental é resultado da falta de uma visão complexa da relação sociedade e meio ambiente e uma crise de percepção, respectivamente. Esse artigo apresenta uma pesquisa sobre a percepção dos alunos do curso superior de pedagogia sobre o meio ambiente. Após a análise e classificação das respostas, os resultados encontrados sinalizam que há manifesta fragmentação nas diversas percepções dos estudantes em relação a temática, o que comprovam as teses de Capra e Morin, indicando que existe a necessidade de uma alfabetização ecológica (Capra), reforma do pensamento (Morin) e/ou a promoção de uma ecosofia (Guattari), de forma que novos valores que promovam o ecocidadão sejam inseridos (especialmente) via educação formal.

Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.remea.furg.br/edicoes/vol24/art28v24.pdf



sábado, 9 de março de 2013

Artigo: Fatores Estressantes em Peixes


Autores: Silveira, Ulisses Simon da; Logato, Priscila Vieira Rosa; Pontes, Edvânia da conceição.
Periódico: Revista Eletrônica Nutritime, v.6, no 4, p.1001-1017, Julho/Agosto.
Ano de Publicação: 2009.

Petiano Responsável: Lucas Marques

Fig. 1. Peixe acometido de fungo
São abordados os malefícios que podem acometer os peixes se expostos a uma situação de anormalidade, detalhando os níveis de estresse e mostrando como funcionam os processos químicos e fisiológicos.Os autores descrevem os níveis de perturbação como: primária, que também pode ser chamada de reação de alarme; secundária, sendo a fase em que o animal tenta resistir e adaptar-se ao estresse; terciária é fase de exaustão do organismo, quando a exposição aos agentes estressores se torna crônica. Em decorrência da exaustão do animal, o mesmo pode apresentar-se suscetível a infecção e inflamação dos seus tecidos, (pois como o organismo desprendeu grande quantidade de energia, sua imunologia fica desta forma comprometida). Com o monitoramento de peixes foi observado que o cortisol é um bom indicador para estresse primário, pois além de ser um composto de fácil comparação, existe uma vasta referencia literária sobre esse indicadores e também observou se que os níveis de glicose e o lactato são bons indicadores secundários.





 Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.nutritime.com.br/arquivos_internos/artigos/094V6N4P1001_1017JUL2009_.pdf

Artigo: Fogo e emissão de gases de efeito estufa dos ecossistemas florestais da Amazônia brasileira


Autor: Philip Fearnside
Periódico: Estudos avançadosAno: 2002
Petiana Responsável: Gizele Lizete

O fogo na amazônia brasileira é responsável pela emissão de grandes quantidades de gases de efeito estufa por vários processos distintos, incluindo a queimada de floresta nas áreas que estão sendo desmatadas para agricultura e pecuária, incêndios florestais e queimada de capoeiras, pastagens, e diferentes tipos de savanas.

As queimadas que acompanham o desmatamento determinam as quantidades de gases emitidas não somente da parte da biomassa que queima, mas também da parte que não queima. Quando há uma queimada, além da liberação de gás carbônico (CO2), são liberados também gases-traço como metano (CH4), monóxido de carbono (CO) e nitroso de oxigênio (N2O). A parte da biomassa que não queima na queimada inicial, que é quente, com chamas, também será oxidada. Parte disto ocorre por processos de decomposição (com alguma emissão de CH4 pela madeira consumida por cupins) e parte pelas requeimadas (queimadas das pastagens e capoeiras, que também consomem os remanescentes da floresta original ainda presentes nas áreas), queimadas estas de temperatura reduzida, com formação de brasas e maiores emissões de gases-traço.

As quantidades de gases de efeito estufa liberadas pelo desmatamento são significantes tanto em termos do impacto presente quanto do potencial para contribuição a longo prazo com a continuação do desmatamento da vasta área de florestas restante no Brasil. A forma em que são calculadas as emissões pode ter um grande efeito sobre o impacto atribuído ao desmatamento. As emissões líquidas comprometidas e o balanço anual de emissão líquida (ou, mais simplesmente, o "balanço anual") são dois índices importantes para expressar o impacto do desmatamento sobre o efeito estufa.

Emissões líquidas comprometidas representam a contribuição a longo prazo para transformar a cobertura florestal em uma nova paisagem, usando como base de comparação o mosaico de usos da terra, resultado de uma condição de equilíbrio criada por projeção das tendências atuais. Isto inclui emissões de decomposição e de requeimada dos troncos que não queimam quando a floresta é derrubada e queimada inicialmente (emissão comprometida), e absorção de carbono pelo crescimento de florestas secundárias em locais abandonados depois de uso em agricultura e em pecuária bovina (absorção comprometida) (Fearnside, 1997a).

A emissão líquida comprometida considera as emissões e absorções que ocorrerão à medida em que a paisagem se aproximar a uma nova condição de equilíbrio em uma determinada área desmatada. Aqui, a área considerada corresponde aos 13,8 x 103 km2 da floresta amazônica que foram cortados no Brasil em 1990, o ano de referência para os inventários nacionais de gases de efeito estufa sob a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (UN-FCCC). As "emissões prontas" (emissões que entram na atmosfera no ano do desmatamento) são consideradas juntamente com as "emissões atrasadas" (emissões que entrarão na atmosfera em anos futuros), e também a absorção correspondente pelo recrescimento da vegetação de substituição nos locais desmatados. Não são incluídas as emissões de gases-traço da queima e decomposição de floresta secundária e de biomassa de pastagem na paisagem de substituição, embora sejam incluídos gases-traço e fluxos de gás carbônico para emissões que se originam de remanescentes da biomassa da floresta original, perda de fontes e sumidouros de florestas intactas, e estoques de carbono do solo. A emissão líquida comprometida é calculada como a diferença entre o carbono presente na floresta e na paisagem de substituição em equilíbrio, com fluxos de gases-traço calculados com base nas frações da biomassa que queimam ou se decompõem por diferentes processos.

Em contraste com a emissão líquida comprometida, o balanço anual considera as liberações e absorções de gases de efeito estufa em um determinado ano (Fearnside, 1996a). O balanço anual considera a região inteira (não apenas a parte desmatada em um único ano) e os fluxos de gases entrando e deixando a região, ambos por emissões de áreas recentemente desmatadas e pelas emissões e absorções "herdadas" dos desmatamentos em idades diferentes na paisagem. Emissões e absorções herdadas são os fluxos que acontecem no ano em questão, resultado de atividade do desmatamento em anos anteriores: por exemplo, da decomposição ou da requeimada de biomassa remanescente da floresta original. O balanço anual também inclui gases-traço da queima e decomposição de floresta secundária e de pastagens.

O balanço anual representa uma medida instantânea dos fluxos de gases de efeito estufa, entre eles o gás carbônico. Embora tais cálculos sejam feitos em uma base anual, eles são aqui chamados de "instantâneos" para enfatizar o fato de não incluírem as conseqüências futuras de desmatamento e de outras ações que ocorram durante o ano em questão.

Neste trabalho são atualizadas estimativas anteriores das emissões líquidas comprometidas (Fearnside, 1997a) e do balanço anual (Fearnside, 1996a). Incorporam-se nele informações adicionais sobre densidade de madeira (Fearnside, 1997b), biomassa debaixo do solo, biomassa de cerrado (Graça, 1997), liberação de carbono do solo (Fearnside & Barbosa, 1998), eficiências de queimada, formação de carvão entre outros fatores.

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