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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Artigo: Aptidão agrícola na área de recarga do aquífero guarani: caso da microbacia hidrográfica do córrego do espraiado, Ribeirão Preto - SP

Autores: Emília Hamada, Maria Leonor Lopes Assad, Danilla Alves Pereira
Periódico: Engenharia Ambiental: Pesquisa e Tecnologia
Ano de Publicação: 2006

Petiano Responsável: Lucas Marques

Área ocupada pelo aquífero
O Sistema Aquífero Guarani é considerado a maior reserva estratégica de água doce da América Latina e um dos maiores sistemas aqüíferos do mundo, com aproximadamente 70% de sua área localizada no Brasil. As faixas de recarga ou afloramento e áreas adjacentes são regiões de infiltração natural das águas, com elevada vulnerabilidade. Nessas áreas estão presentes diferentes sistemas de produção agrícola e alguns desses sistemas são de agricultura intensiva. O objetivo deste trabalho foi determinar a aptidão agrícola da microbacia hidrográfica do Córrego do Espraiado, Ribeirão Preto-SP, localizada sobre a área de recarga do Aqüífero Guarani, considerando as potencialidades das terras e das águas na região estudada. A microbacia ocupa uma área de aproximadamente 4.131 ha, com predomínio da cana-de-açúcar. O projeto do banco de dados foi estruturado no Sistema de Informação Geográfica (SIG) Idrisi 32. A avaliação da aptidão agrícola das terras foi feita, considerando o sistema de produção agrícola intensivo predominante na microbacia, ajustado para a vulnerabilidade das áreas de recarga do aqüífero e para a metodologia de emprego de SIG. Na microbacia predominam Latossolos e Nitossolos, que possuem aptidão boa ou regular para culturas em sistemas de produção intensivos. Observa-se também a presença de Neossolos Quartzarênicos, que ocorrem em pequena faixa. Esses solos desempenham um importante papel na recarga direta do aqüífero devido à sua elevada permeabilidade. A avaliação de aptidão agrícola de terras, em particular na área de abrangência do Aqüífero Guarani, deve considerar tanto as potencialidades do solo, quanto o impacto que o uso agrícola pode causar na quantidade e na qualidade da água infiltrada.

Para leitura completa do artigo clique aqui: http://ferramentas.unipinhal.edu.br/ojs/engenhariaambiental/viewarticle.php?id=46

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Diálogos sobre Agroecologia

O Núcleo de Agroecologia e Campesinato -NAC da UFRPE estará promovendo todas as quintas feiras um evento denominado "Diálogos sobre Agroecologia". Tratar-se-a de momentos de estudo e reflexão sobre temas com enfoque agroecológico na forma de seminário e palestras. Nesta quinta feira (11.04), às 9h da manhã, na sede do NAC, andar térreo do Departamento de Educação, o Prof. Jorge Roberto Tavares de Lima (Doutor em Agroecologia pela Universidade de Córdoba-Espanha) irá proferir a Palestra intitulada "O papel do Campesinato na construção do conhecimento agroecológico". O evento é aberto a toda comunidade universitária da UFRPE e demais interessados. 

Artigo: Agroecologia, consumo sustentável e aprendizado coletivo no Brasil

Autores: Fernando Passos dos Santos; Leila Chalub-Martins
Periódico: Educação e Pesquisa
Ano de Publicação: 2011

Petiano Responsável: Gizele Lizete

O que acontece quando consumidores e produtores agroecológicos adotam uma prática econômica alternativa ao consumo convencional? O presente artigo analisa e qualifica as comunidades aprendentes existentes no âmbito desse tipo de prática econômica. O estudo de caso do grupo de consumo coletivo de produtos agroecológicos: Trocas Verdes, situado em Campinas (SP), no contexto da agricultura familiar no Brasil, mostrou que as trocas econômicas são também trocas de saberes. Além disso, tais trocas constituem uma práxis em educação ambiental. As três dimensões da sustentabilidade - econômica, social e ambiental - são as categorias de análise utilizadas para determinar o potencial pedagógico existente na articulação de uma prática de consumo coletivo. A partir da metodologia da pesquisa participante, observou-se que, na venda direta de produtos agroecológicos a grupos de consumidores organizados de forma autônoma ou que funcionam em regime de autogestão, essa prática econômica também caracteriza um processo de educação ambiental crítica, pois possibilita que se apreenda coletivamente a realidade socioeconômica dos atores envolvidos. As dinâmicas socioeconômicas são objeto de aprendizado dos consumidores e pesquisadores atuantes nas compras e, assim, conclui-se que esse tipo de prática promove um aprendizado coletivo. O presente estudo confirma que um importante fator para a existência de comunidades aprendentes é a autogestão da organização social. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Artigo: Estrutura de espécies arbóreas sob efeito de borda em um Fragmento de Floresta Estacional Semidecidual em Pernambuco

Autores: Alan Caue de Holanda et al.
Periódico: Revista Árvore
Ano de Publicação: 2010

Petiano Responsável: Élyda Passos


Os fragmentos florestais são considerados os únicos redutos detentores de biodiversidade do planeta. Conhecer os processos que decorrem após a fragmentação, a exemplo da estrutura arbórea ocorrente na borda, é de fundamental importância para se proporem med
Fragmentos Florestais
idas conservacionistas. Os objetivos deste trabalho, desenvolvido em uma área de 83,8 ha, localizada no Município de Nazaré da Mata, PE, foram efetuar o levantamento fitossociológico de espécies arbóreas adultas sob efeito de borda e verificar a similaridade florística entre as parcelas. A área amostral foi de 10.000 m2, equivalentes à implantação de 10 transectos de 10 x 100 m perpendiculares à borda, distribuídos de forma sistemática. Foram amostrados, etiquetados e identificados todos os indivíduos arbóreos com CAP e” 15 cm. Posteriormente, realizaram-se os cálculos dos parâmetros fitossociológicos e da similaridade florística. Neste estudo, amostraram-se 1.238 indivíduos, pertencentes a 72 táxons, distribuídos em 26 famílias botânicas. As espécies Campomanesia xanthocarpa, Zanthoxylum rhoifolium e Anadenanthera colubrina apresentaram o maior valor de importância, pois, teoricamente, conseguiram explorar melhor o recurso proporcionado pelo hábitat.

Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.scielo.br/pdf/rarv/v34n1/v34n1a12.pdf

terça-feira, 2 de abril de 2013

Estão abertas as inscrições para o XI Congresso de Ecologia do Brasil

 
A Sociedade de Ecologia do Brasil tem o prazer de anunciar o XI Congresso de Ecologia do Brasil e I Congresso Internacional de Ecologia. Os participantes que forem sócios em dia com a SEB terão desconto na inscrição. Os interessados poderão se filiar à SEB no momento da inscrição no congresso.

Para informações sobre o Congresso, visite o site do evento: http://www.xiceb.com.br/pt_BR/index.php
ou pelo email: contato@seb-ecologia.org.br

Artigo: A economia verde na Rio + 20: (re) produção ou superação da crise ecológica

Autores: Antônio Soler; Eugênia Dias; Cintia Barenho
Periódico: Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental
Ano de Publicação: 2013

Petiano Responsável: Anderson Coutinho

O Futuro que Queremos
Por inúmeros sinais, a Terra tem demonstrado alterações nos seus metabolismos típicos, decorrentes de sua incapacidade natural em absorver os impactos ambientais provocados pelo  crescimento econômico ilimitado. Diversos pesquisadores já se manifestaram nesse sentido. A visão hegemônica antropocêntrica, traduzida numa postura política, filosófica e ética, na qual não só a  humanidade está apartada da natureza, mas esta é desprovida de valor e de direitos, salvo se resultar em utilidade para aquela, leva a crise ecológica. Pautada pela Organização das Nações Unidas em grandes Conferências, como Estocolmo 72, a Eco 92 e a Rio+20, além das que se debruçam sobre a  temática da Educação Ambiental, como Tbilisi, a superação dessa crise global tem se dado dentro do paradigma da dominação da natureza. Daí que alternativas como o Desenvolvimento Sustentável e a Economia Verde, contraditoriamente, têm servido mais para a reprodução da crise ecologia do que para sua superação.
Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.seer.furg.br/remea/article/view/3448/2072

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Artigo: Fontes naturais de carotenoides de interesse para a aquicultura: análise comparativa da eficiência de métodos de extração

Autores: Renata Passos; Danilo G. Moriel; Francisco Lagreze; Luisa Gouveia; Marcelo Marachin
Periódico: Revista Brasileira de Engenharia de Pesca
Ano de Publicação: 2007

Petiano Responsável: Ana Karolina



Na Indústria Alimentar, a utilização de corantes tornou-se uma ferramenta indispensável na conquista de mercado, garantindo uma melhoria no aspecto e no aumente  da aceitação e valor econômico de seus produtos. A associação dos corantes naturais às vantagens  nutricionais e sua obtenção por processos de baixo custo têm reduzido a utilização de pigmentos de origem sintética na Indústria Alimentar em escala mundial. Neste artigo foram testados a eficiência de três  métodos de extração de pigmentos carotenoídicos totais e astaxantina das microalgas Chlorella vulgaris e Haematococcus pluvialis e da levedura Phaffia rhodozyma, potencialmente utilizadas no arraçoamento de peixes e crustráceos em cativeiro.


Para leitura completa do artigo clique aqui: http://ppg.revistas.uema.br/index.php/REPESCA/article/viewFile/39/33

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