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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Trilhas interpretativas na Mata Atlântica: uma proposta para educação ambiental na escola










Autores: Gabriela Mette, Jadna Cristina Dittrich Silva e Daniela Tomio
Periódico: Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental
Ano: 2010


Petiano responsável: Izabelle RezendeO presente estudo tem como objetivo avaliar e ampliar a percepção de estudantes sobre o meio ambiente a partir de um trabalho de educação ambiental em uma trilha interpretativa de um fragmento florestal de Mata Atlântica. Para isso, estudantes do 5º ano de uma escola pública do município de Blumenau – SC foram envolvidos em atividades de EA em quatro etapas: 1)Levantamento da percepção do fragmento pelos estudantes a partir de desenho; 2)Palestra sobre Mata Atlântica baseada nos desenhos; 3)Visita guiada na trilha com roteiro de observação elaborado com base no PCN Meio Ambiente; 4)Novo levantamento da percepção dos estudantes por meio de desenhos. A partir da interpretação dos desenhos e roteiros de observação elaborados pelos estudantes constatamos que, embora a Mata Atlântica seja o cenário que envolve o município e arredores da escola, ela não é percebida por eles como algo importante, tratando o fragmento como “mato”. Os desenhos realizados na segunda etapa foram mais detalhados e os estudantes mostraram-se preocupados com a situação ambiental, propondo sugestões para preservação, evidenciando mudança na percepção em decorrência de novos conhecimentos ambientais. A pesquisa também contribuiu com a sugestão de um roteiro de observação para trilhas interpretativas.












Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.remea.furg.br/edicoes/vol25/art8v25.pdf

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sermões ecológicos para sensibilizar fiéis do Islã?


http://super.abril.com.br/blogs/planeta/files/2012/11/mesquita-600.jpg
Depois da última Convenção do Clima, realizada na África do Sul em 2011, chegou a vez do Qatar que, de 26/11 a 07/12, receberá representantes de cerca de 190 países para participar da COP18 ou 18ª. Conferências das Partes da Convenção de Mudanças Climáticas, organizada pela ONU, na cidade de Doha.

Acontece que a situação por lá é bastante delicada já que o país é o maior emissor de gás carbônico per capita do planeta. Com apenas 1,6 milhão de habitantes – menos do que a cidade de Manaus, no Amazonas, que tem 1,7 milhão de pessoas –, a monarquia absolutista emite 53,5 toneladas de CO2 por pessoa todos os anos.

A boa notícia é que já tem gente se mobilizando para reverter essa situação: os imames - pregadores e principais líderes religiosos do Islã – se envolveram em ações contra as mudanças climáticas. Para lembrar as pessoas da responsabilidade que todos têm de cuidar do planeta, eles pretendem ajudar com o que eles sabem fazer melhor: pregar.

Durante a COP18, mais de 150 mesquitas – local de culto para os seguidores do islã – no Qatar vão ecoar versos do Alcorão que falam sobre o meio ambiente. E não há o menor risco de os fiéis se enjoarem da pregação: existem mais de 1.500 versos “ecológicos” que os imames podem entoar durante esses sermões tão especiais. Assim, eles esperam incitar a população a adotar práticas mais sustentáveis no seu dia a dia, como evitar o desperdício de água e não derrubar árvores.

Para levar a preocupação ambiental ao público e tornar a Convenção das Nações Unidas mais conhecida e inclusiva, as mesquitas definiram um calendário de ação:
- em 27/11, os sermões falarão sobre preservação dos recursos naturais e a redução do consumo de energia;
- as mudanças climáticas vão ser o assunto religioso do dia 30/11, e
- em 04/12, grupos especiais se reunirão para difundir ainda mais a mensagem.

Não vai dar para ver tão cedo o resultado de tanta pregação, mas quem sabe os efeitos dessa ação podem ajudar a compor um cenário de menos impactos até a Copa do Mundo de 2022, quando os olhos do mundo estarão mais uma vez – e fanaticamente – voltados para o Qatar.

Será que a religião pode contribuir para reduzir os efeitos das mudanças climáticas?



    Fonte: Super Interessante, Época.

   Foto: Asim Bharwani/Creative Commons

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Mudando o curso da conservação da Biodiversidade na Caatinga do Nordeste do Brasil



Autores: INARA R. LEAL; JOSÉ MARIA C. DA SILVA; MARCELO TABARELLI; THOMAS E. LACHER JR.

Periódico: Revista Megadiversidade, V.1, N.1, julho

Ano de Publicação: 2005

Petiano Responsável:
Isabela Steuer

Fig. 1. Região ocupada pelo bioma Caatinga.
A Caatinga, com 735.000km2, é um mosaico de arbustos espinhosos e de florestas sazonalmente secas, com mais de 2.000 espécies de plantas vasculares, peixes, répteis, anfíbios, aves e mamíferos. O endemismo nesses grupos varia entre 7% e 57% na Caatinga. O uso inadequado do solo tem causado sérios danos ambientais e acelerado a desertificação, que atualmente ameaça 15% da região. Além disso, a rica e diversificada biota da Caatinga está protegida de forma deficiente: somente 11 reservas (<1% da região) são áreas de proteção integral. Devese desenhar uma estratégia de conservação para a biota da Caatinga para (1) evitar maiores perdas de habitat e desertificação; (2) manter os serviços ecológicos-chave necessários para melhorar a qualidade de vida da população; e (3) promover o uso sustentável dos recursos naturais da região. Implementar uma agenda de conservação efetiva para a Caatinga não é uma tarefa fácil, mas com criatividade e apoio financeiro consistente seria possível nutrir esse bioma único e garantir a preservação da sua rica e diversificada fauna e flora, e, com isso, o bem-estar de suas populações rurais.

Para ler o artigo completo clique aqui: 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Artigo: Comportamento de vídeo, sons mecânicos, e Relações Evolutivas do clube-voado Manakin (Machaeropterus deliciosus )







Club-winged Manakin (Machaeropterus deliciosus)
Fig.1. Uma batida das penas gera o tick, e 
uma sequência de batidas, o ting.

Autor: KIMBERLY S. BOSTWICK

Ano de publicação: 2012

Petiano responsável: Ana Karla Nobre Dias
Neste artigo Kim e seus colegas descrevem as microtomografias que fizeram das asas do Machaeropterus deliciosus, e constataram que os ossos delas são sólidos, o que diverge da maioria dos pássaros cujas asas possuem ossos ocos, que alivia a carga e facilita o voo. Porém essa peculiaridade proporciona a habilidade de “fazer músicas” com as asas. Para atrair a parceira o M. deliciosus dança, bate as asas e cria um som semelhante ao som do violino, ninguém sabia como a ave produzia esses sons até que a ornitóloga, Kim Botswick, desvendou o enigma. O âmbito do M. deliciosus abrange as florestas úmicas do sudoeste da Colômbia e do noroeste do Equador. O pássaro é pouco aventureiro: vive em colônias que ocupam os mesmos trechos de terreno o ano todo. 

Para leitura completa do artigo clique aqui: http://64.106.42.23/sora/Auk/v117n02/p00465-p00478.pdf




País reduz desmatamento, mas não recebe compensação, diz ministra

As estratégias brasileiras para manter o ritmo de redução de emissões têm sido estudadas por representantes do Ministério da Fazenda e do MMA. A definição de políticas de mudanças do clima também está na pauta de discussões do Congresso Nacional. Ainda que o Brasil defina compromissos internamente, a questão precisa ter uma regulamentação internacional, assim como a definição do REDD - sigla que define a Redução das Emissões Geradas com Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento. O mecanismo, que tem sido o centro das polêmicas nas discussões sobre clima, funcionaria como uma compensação financeira para os países em desenvolvimento ou para comunidades desses países, pela preservação de suas florestas.
Segundo Izabella Teixeira, o Fundo da Amazônia é o único mecanismo de REDD, em prática, que o governo reconhece. O fundo foi criado em 2008 para captar doações para investimentos em prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e para a conservaçao e o uso sustentável das florestas amazônicas.
"O que adianta eu implantar mecanismos que, muitas vezes, depois, não são reconhecidos internacionalmente. Lembro que a conta tem que ser paga pelos países desenvolvidos que não estão reduzindo suas emissões na magnitude que deveriam", disse, destacando poucas ações positivas como metas definidas por países da União Europeia e de alguns estados norte-americanos.
A ministra acrescentou que o governo brasileiro retomou a negociação de um acordo com os Estados Unidos para estabelecer a segunda fase de cooperação destinada ao monitoramento e combate a incêndios e queimadas, nos moldes da parceria firmada na década de 1990. "Isso envolve o desenvolvimento de tecnologias para o monitoramento de queimadas, treinamento de pessoas no combate a incêndios florestais e a qualificação dos gestores de áreas protegidas no manejo do fogo no Brasil", explicou. O acordo também está sendo debatido com especialistas da Universidade de Brasília (UnB) e dos serviços florestais americano e brasileiro.
Fonte: Terra 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Curso de Legislação Ambiental

Para mais informações acesse: www.eventosgampe.wix.com/gampe ou planejamento.estrategico.gampe@gmail.com

Alerta sobre os cemitérios e a poluição ambiental


Fig. 1. Cemitério de Vila Nova, São Paulo
Pouco se fala sobre o assunto, mas os cemitérios são fontes de poluição, principalmente do lençol freático. Uma pesquisa feita pelo geólogo Lezíro Marques Silva, da Universidade São Judas, afirma que, em mil cemitérios analisados no país, 75% apresentaram problemas sanitários e ambientais, tais como solo inadequado, vazamento de necrochorume no lençol freático ou cemitério construído perto de residências. A pesquisa foi concluída no ano passado.

O necrochorume é constituído de 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas que poluem o lençol freático e são vetores de doenças. “Ele é rico em substâncias tóxicas como putrecina, cadaverina e alguns metais pesados”, explica o geólogo à reportagem da Agência Brasil. De cor amarelada e viscoso, o necrochorume, como o próprio nome sugere, é parecido com o chorume gerado dos resíduos dos aterros sanitários.

A diferença entre o aterro sanitário e o cemitério é que este último se mantém funcionando indefinidamente, o que o torna uma fonte de contaminação contínua. “Pela legislação brasileira, depois de cinco a sete anos, quando ficam só ossos, eles são removidos e colocado outro corpo no local”, afirma Walter Malagutti, do Departamento de Geologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que também estuda o assunto.

“Se o necrochorume escapa do túmulo, ele pode entrar em contato com o lençol freático, criando uma mancha de poluição que atinge quilômetros de distância a ponto de contaminar poços e rios”, explica Lezíro Marques Silva.

A principal critica do pesquisador é a má escolha dos locais para instalação de cemitérios: “O que sobra são terrenos do ponto de vista geológico inadequados, como lençol freático raso, área de várzea e morro”, diz Silva.

Segundo o geólogo, para resolver o problema é necessária uma legislação mais específica que oriente a construção de lajes de contenção e obrigue o uso de substâncias que reduzam o nível de contaminação. Uma delas foi desenvolvida pelo próprio Lezíro, durante sua pesquisa. Trata-se de uma espécie de colchão que contém um líquido que neutraliza as substâncias tóxicas e que deve ser colocado dentro da sepultura. “Tem solução, mas pouco é feito”, diz Silva.

A legislação atual que trata do licenciamento ambiental dos cemitérios é a Resolução 335 do CONAMA, de 03 de abril de 2003.

Os pesquisadores afirmam que a cremação é a solução mais adequada, embora ainda rara no país. Por outro lado, há estudos chamando a atenção para a pegada ecológica da cremação devido a emissão (significativa) de poluentes, como o cádmio, chumbo e mercúrio, além de gases do efeito estufa. Há um cálculo que estima a energia gasta para cremar um corpo humano como equivalente a que um carro típico gasta para percorrer 7,7 mil quilômetros. 
 
Fonte: Blog Eco.

Butantã anuncia espécies de caranguejeiras



Fig. 1. Espécies novas encontradas.

SÃO PAULO - Uma pesquisa do Instituto Butantã descobriu quatro espécies de aranhas caranguejeiras do gênero Typhochlaena, cujos indivíduos vivem em árvores e eram suspeitos de terem sido extintos. No total, o estudo coordenado pelo aracnólogo Rogério Bertani identificou nove espécies novas, coletadas nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga.

A descoberta foi publicada na última edição da revista científica Zookeys e inclui ainda os gêneros Pachistopelma e Iridopelma. Segundo o pesquisador, além de bastante coloridas, estão entre as menores caranguejeiras arborícolas do mundo. 

Fonte: NE-10.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Importância da biodiversidade para a saúde humana: uma perspectiva ecológica.



Autores: Cleber J. R. Alho
Periódico: Estudos Avançados
Ano de Publicação: 2012

Petiano Responsável: Anderson Coutinho

O termo biodiversidade, hoje consagrado na literatura, refere-se à diversidade biológica para designar a variedade de formas de vida em todos os níveis, desde micro-organismos até flora e fauna silvestres, além da espécie humana. Contudo, essa variedade de seres vivos não deve ser visualizada individualmente, mas sim em seu conjunto estrutural e funcional, na visão ecológica do sistema natural, isto é, no conceito de ecossistema.

Fig.1. Cuidar da biodiversidade é assegurar a vida
Os conquistadores europeus que chegaram aqui nos séculos XV e XVI trouxeram doenças infecciosas como varíola e tifo, que dizimaram cerca de 50 milhões de povos nativos da América do Sul (Daszak et al., 2000). Hoje, com o tamanho da população humana global de 6,8 bilhões de habitantes (US Census Bureau, 2010), em 2012 já com mais de sete bilhões de habitantes (WorldMeters: http://www.worldometers.info/world-population/) e a do Brasil, com estimados 192,8 milhões de habitantes (IBGE, 2010), o avanço da biotecnologia na produção de alimento, pela agricultura e pecuária, tem propiciado valores nutricionais em quantidade e qualidade que implicam direta e positivamente a saúde humana. Esse progresso também influi em valores indiretos. Como exemplo, dois aspectos podem ser identificados: a redução do emprego de defensivos agrícolas químicos – que têm potencial efeito negativo na saúde humana (Pimentel et al., 1991, 1995) – e a maior produtividade de grãos – que permite alimentar o número crescente da população, como no caso da soja do Cerrado do Brasil central (Phipps & Park 2002; Pretty et al., 2003).

A literatura científica tem mostrado essa tendência, enfocando nos valores ético, econômico, cultural, recreativo, intelectual, científico, espiritual, emocional e estético da biodiversidade (Alho, 2008); custos ambientais e econômicos da erosão de solos (Pimentel et al., 1995) e como a saúde humana depende da biodiversidade (Chivian & Bernstein, 2008; Mindell, 2009a). Em países considerados detentores de alta biodiversidade, com grande território, como o Brasil, a questão da biodiversidade tem enorme relevância, de importância estratégica, incluindo o destaque político no contexto global. Em consequência, o uso e a ocupação do solo, com avanço em áreas naturais, têm forte implicação com a saúde e o bem-estar humano.

A biotecnologia tem procurado também novos meios de cura com base em novos componentes químicos ou princípios ativos de produtos da biodiversidade, no potencial farmacêutico de inúmeras espécies de micro-organismos, plantas e animais, além da busca da medicina preventiva nesses novos produtos da diversidade biológica. Esse segmento de pesquisa científica tem apresentado rápido progresso, com contribuição da biologia molecular, genética, engenharia genética, bioquímica, farmacologia, com descobertas de novos antibióticos, agentes antivirais, vacinas e, até mesmo, com o emprego da nanotecnologia para combate a tumores malignos (Mindell, 2009b).

A importância da biodiversidade para o bem-estar e a saúde humana só ganhou maior destaque quando o processo de perda da diversidade biológica alertou para a necessidade da conservação e do uso racional dos recursos vivos, com proteção ao fluxo de serviços dos ecossistemas naturais. E também diante da escalada de impactos causados pelo homem na biosfera e do reconhecimento da valoração dos ecossistemas naturais e do imenso potencial que as espécies têm para a economia humana em geral e como fonte potencial de fármacos em particular (Millennium Ecosystem Assessment, 2005; Chivian & Bernstein, 2008).




Para leitura completa do artigo clique aqui: http://www.scielo.br/pdf/ea/v26n74/a11v26n74.pdf

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Buraco na camada de ozônio sobre Antártida em 2012 foi segundo menor em 20 anos

WASHINGTON - O buraco na camada de ozônio sobre a Antártida, que se forma anualmente entre setembro e outubro, foi em 2012 o segundo menor em 20 anos devido a temperaturas menos frias, informou esta semana a Agência Americana Oceanográfica e Atmosférica (NOAA).
Sua superfície média foi de 17,9 milhões de km2, detalhou a NOAA (na sigla em inglês), que estabelece estas medições graças a um satélite da Nasa. "As temperaturas foram um pouco mais quentes este ano na alta atmosfera, sobre a Antártida, o que permitiu uma destruição menor do ozônio em comparação com o ano passado", explicou Jim Butler, do laboratório de pesquisas sobre o sistema terrestre da NOAA. 

O buraco de ozônio na Antártida alcançou este ano um máximo para a estação em 22 de setembro, com 21,2 milhões de km2, o que equivale à superfície de Estados Unidos, Canadá e México somados. Comparativamente, o maior buraco medido nesta camada teve extensão de 29,9 milhões de km2 no ano 2000. 

O buraco começou a se formar a cada ano nos pólos desde a década de 1980 devido aos componentes clorados (clorofluocarbonos, conhecidos como CFC) usados pelo homem no sistema de refrigeração e aerossóis. 

A produção de CFC foi agora reduzida praticamente a zero, graças ao protocolo internacional firmado em 1985 em Montreal, mas estas substâncias químicas persistem muito tempo na atmosfera.
O ozônio, uma molécula composta de três átomos de oxigênio, se forma na atmosfera, onde filtra os raios ultravioleta do sol que danificam a vegetação e podem provocar câncer de pele. O frio intenso se mantém como fator principal deste escudo natural. 

Sob o efeito do frio, o vapor d"água e as moléculas de ácido nítrico se condensam para formar nuvens nas camadas baixas da estratosfera. Nestas nuvens se forma cloro, o que contribui para a destruição do ozônio. 

Apesar da aplicação do Protocolo de Montreal há mais de duas décadas, talvez seja necessário passar 10 anos mais antes que se comece a regenerar a camada de ozônio da Antártida, segundo cientistas do NOAA.  Paul Newman, cientista deste organismo, calcula que a camada de ozônio da Antártida não recuperará seus níveis de princípio dos anos 1980 antes de 2060. 

Da Agência France Presse.
Fonte: NE10

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