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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Projeto que derruba a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas será votado, ajude a impedir que seja aprovado e divulgue !!

No final de 2014 o MMA publicou as portarias 444 e 445, sendo a primeira relacionada a conservação da fauna terrestre e a segunda a fauna aquática, contrariando os setores da pesca e dos ruralistas. 

Atualmente o projeto de Decreto Legislativo nº 184, de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM/GO), visa derrubar a lista vermelha ao afirmar que o Ministério do Meio Ambiente agiu fora de suas competências.

O projeto já recebeu parecer favorável e está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça, sendo esta a única comissão pelo qual o projeto necessita passar para chegar ao Plenário. Este tipo de projeto precisa de maioria absoluta para ser aprovado (257 deputados e 41 senadores) e não pode ser vetado pela presidente.

Há motivo de sobra para preocupação por já existir precedente para ações desse tipo. Em junho do ano passado a portaria nº445 foi derrubada pela justiça federal após vários protestos e embates na justiça.Portanto esse é o momento da população fazer a diferença, então vamos ajudar votando no link ao final da página e divulgando !!!








https://secure.avaaz.org/en/petition/Brazilian_National_Congress_Brazil_Dont_strip_away_protection_of_endangered_species/share/?new

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

NOTÍCIA: Petroleiras prometem ajudar a salvar o clima, mas rejeitam taxar carbono.

Caros leitores (ecoleitores), Segundo a ONG, dez empresas da produção global de Petróleo prometeram reduzir as taxas de emissão de gases de queima de efeito estufa por queima de resíduos e excesso em refinarias, mas rejeitaram limitar as emissões de carbono. Na tentativa de melhorar a imagem de suas empresas, os líderes da mesma que produzem 20% do Petróleo e gás no mundo, reconheceram o objetivo de limitar o aquecimento global, mas não se pronunciaram para diminuição de suas emissões. 

Os chefes de empresas de petróleo Helge Lund, da BG, Claudio Descalzi, da Eni, Emilio Lozoya, da Pemex, Bob Dudley, da BP, Amin Nasser, da Aramco, Patrick Pouyanne, da Total, Eldar Saetre, da Statoil, e Josu Jon Imaz, da Repsol (Foto: Jacky Naegelen/Reuters)
Para muitas das empresas, essa é uma luta pelo futuro do setor petroleiro e o setor de gás que ocorre enquanto cresce proporcionalmente o numero de organizações e políticos que pedem a diminuição de emissões de gases do efeito estufa. O presidente-executivo da francesa Total Patrick Pouyanne, afirma que, “Às vezes, em todas essas discussões temos a impressão de que todos os combustíveis fósseis são vilões. Mas os vilões são parte da solução.” Para muitos ambientalistas para se reduzir a emissão de gases por flaring - queima de resíduos e excesso em refinarias- sem uma meta e com a recusa de limites da emissão enfraquece a declaração dada por líderes da indústria petroleira.

PETIANA RESPONSÁVEL: Rayssa Oliveira

NOTÍCIA: A ecologia no Brasil e o desconhecimento de suas possibilidades

Caros leitores (ecoleitores), o Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta. Com mais de 20% do número total das espécies existentes na Terra, no entanto há uma escassez de ecólogos o que se resulta em pouco conhecimento das espécies que vivem em parques nacionais estaduais e reservas ecológicas. Tendo muitos ecólogos que se restringem a pequenas áreas, não apenas a ecologia em sim. A ecologia é uma ciência ampla que consiste nas interações entre todos os participantes dos ecossistemas, seres bióticos e abióticos. A ausência de estudos visando o desenvolvimento ecológico incentivou o Instituto Sustentar de Responsabilidade Socioambiental junto com a Petrobras a iniciar um projeto chamado “Bichos do Pantanal” que tem como objetivo principal proteger espécies da fauna do Pantanal, além de estabelecer um programa de educação ambiental visando assim abranger escolas, pescadores, turistas e comunidades locais. Assim, precisa se muito estender as áreas de pesquisa com grandes projetos fundamentados na ciência da ecologia documentando assim respostas e informações para as grandes questões de preservação e conservação do meio ambiente.

Castanheira-do-brasil: árvore nativa da Amazônia.



PETIANA RESPONSÁVEL: Rayssa Oiveira

terça-feira, 3 de novembro de 2015

RESUMO: Papa Francisco espera 'decisões concretas' na conferência do clima

O papa da igreja católica tem atuado em várias questões tradicionais ao catolicismo, ainda assim não deixa de lado as questões atuais. Exemplo disso é o seu empenho para cuidar do meio ambiente.


Papa Francisco, tratando de questões climáticas. 
Desta vez o líder chama atenção para a criação de um acordo consistente relativo à metas sobre o clima. Dentro de sua fala o papa condena a cobiça que move  sistema capitalista e encoraja que sejam pensadas novas formas de desenvolvimento que permitam mulheres, crianças e homens possam ter um padrão de vida digno.

Esse papa é chiquerrérrimo minha gente, com certeza, UAU !!

PETIANO RESPONSÁVEL: Daniel Mota

ARTIGO: Os impactos das mudanças climáticas em ecossistemas costeiros marinhos.

Alô galerinha que curte o mar, as consequências das atividades humanas no planeta estão ficando cada vez mais evidentes, entretanto em ambientes marinhos tais evidências escapam muitas vezes aos nossos olhos, estima-se que o oceano proporcione cerca de 14 trilhões de dólares em bens(alimento e materiais) e serviços(regulação de distúrbios e ciclagem de nutrientes) . Aumento da temperatura, da acidez e do nível dos oceanos são algumas das mudanças abióticas acarretadas pelo ser humano no ambiente marinho. Recentemente(1993) a comunidade científica despertou para a premência de estudos nesse campo.

A grande maioria dos estudos tem como objeto de estudo o efeito das mudanças de temperatura e se desenvolvem a nível de organismo individual (mudanças fisiológicas em resposta as alterações). Poucos são os trabalhos que analisam as mudanças a níveis superiores de organização biológica como populações e comunidades. As variáveis abióticas também são desbalanceadas enquanto quantidade de estudos e importância. As mudanças químicas nos oceanos por exemplo já dão pistas que podem comprometer muito mais os organismos marinhos e a maneira como se comportam, a nível de global e de comunidades, do que o aumento de temperatura, ainda assim são pouco estudadas, em relação as mudanças de temperatura.


Deste modo percebe-se que há uma carência em estudos mais aprofundados na área, estudos que envolvam sinergia de efeitos sobre a biota, adaptações de comportamento a nível de comunidade e gerenciamento de estoques levando em conta a manutenção da biodiversidade e o utilitarismo dos oceanos.

Vida marinha “Eu não vou falhar com vocês novamente”
PETIANO RESPONSÁVEL: Daniel Mota






segunda-feira, 13 de julho de 2015

Notícia: MMA vai identificar riscos de seca no Brasil

Por: Ingrid Fontes

Mapa da seca será traçado
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) irá identificar os riscos de seca no território brasileiro. Estudo com previsão de conclusão nos próximos dois meses analisará a vulnerabilidade do país às secas e estiagens no contexto da mudança do clima. O principal objetivo é embasar políticas e estratégias de adaptação para reduzir problemas futuros. As previsões devem gerar benefícios ambientais e sociais para a população.

O levantamento é feito pela Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ), do MMA, em parceria com o Ministério da Integração Nacional (MI) e a organização não-governamental WWF. Os resultados incluirão dois relatórios detalhados com índices e mapas de vulnerabilidade para o período de 2011 a 2040, além da análise dos dados com respostas para as regiões mais críticas e comparações da situação atual com as projeções futuras.

Para mais informações, acesse o site do MMA.

Notícia: Startup vai usar drones para semear 1 bilhão de árvores por ano

Por: Fabrício Gabriel

O drone lança do ar casulos com sementes pré-germinadas
O sistema é bastante sofisticado. Os drones descem a dois ou três metros acima do solo e lançam uma espécie de casulo, que contem sementes pré-germinadas, cobertas por um hidrogel com nutrientes. O veículo aéreo tem capacidade para plantar dez sementes por minuto. Fletcher acredita que será possível plantar 36 mil mudas de árvores por dia.

A técnica de agricultura de precisão garantirá o replantio em larga escala. Segundo a BioCarbon Engineering, o plantio manual é caro e lento e o que espalha sementes secas apresenta baixo índice de germinação.

Numa última etapa, os drones servirão para monitorar as áreas que foram replantadas. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.

A intenção do engenheiro americano é que até o meio do ano os drones já estejam no ar, semeando novas florestas pelo planeta. Que bons ventos os levem!

Artigo: Bioindicadores de qualidade de água como ferramenta em estudos de impacto ambiental

Autores: Michael Dave C. Goulart & Marcos Callisto
Periódico: FAPAM
Data de publicação: 2003

Resumo por: Fabrício Gabriel

O crescimento das cidades nas últimas décadas tem sido
responsável pelo aumento da pressão das atividades
antrópicas sobre os recursos naturais
Bioindicadores são fatores bióticos empregados para o reconhecimento de condições (passadas, presentes ou futuras) de ecossistemas.
As espécies estão adaptadas para sobreviver, se reproduzir e realizar relações ecológicas em condições ambientais específicas. Desta forma, a presença de cada tipo de ser vivo indica características físicas, químicas e estruturais do ambiente em que se encontra. 

A avaliação preliminar de riscos ecológicos, é realizada através do monitoramento ambiental preventivo dos ecossistemas em risco. Em função da grande diversidade de impactos ambientais sobre os ecossistemas aquáticos, o controle ambiental de riscos ecológicos deve envolver uma abordagem integrada, através do monitoramento da qualidade física, química e biológica da água, bem como a avaliação da qualidade estrutural de hábitats.

Fonte: FAPAM

Notícia: Menos da metade dos brasileiros sabe explicar o que é biodiversidade

Por: Fabrício Gabriel

Você sabe o que é Biodiversidade? Já ouviu falar?

48% dos brasileiros sabe o que é biodiversidade
Podemos afirmar que biodiversidade é o conjunto das espécies vivas de todo o planeta ou de uma região. Quase todos os brasileiros já ouviram falar, mas menos da metade sabe explicar o que é. De acordo com o Barômetro da Biodiversidade 2015, apresentado nesta quinta-feira em Paris, pela União pelo BioComércio Ético (UEBT, em inglês), 92% dos brasileiros já tinham ouvido falar sobre o tema. Mas menos da metade de nós (48% dos que responderam sim à primeira pergunta) sabem explicar o que ela significa. 

É bacana que o brasileiro tem ouvido falar sobre o tema, mas sem dúvida é necessário um esforço extra por parte do governo, das empresas, das escolas e outros atores envolvidos que possam trazer maior consciência sobre o que é biodiversidade e a sua importância e convencer este consumidor que cada um tem o seu papel e pode ajudar na sua conservação.

Fonte: O Eco

Artigo: Uso ético da biodiversidade brasileira: necessidade e oportunidade

Autores: C.S. Funari, V.O. Ferro
Revista: Revista Brasileira de Farmacognosia
Data de publicação: 2005
Resumo por: Fabrício Gabriel

A situação em que o Brasil e outros países em desenvolvimento se encontram hoje, de meros compradores de tecnologias importadas ou pagadores de royalties para laboratórios farmacêuticos estrangeiros, torna o processo de ampliação do sistema de saúde vigente muito oneroso ou, muitas vezes, não atende a suas necessidades específicas. O renovado interesse mundial, observado nos últimos anos, por produtos derivados da biodiversidade, tais como fitoterápicos, fitofármacos, cosméticos e suplementos alimentares, vêm estimulando investimentos de países industrializados em bioprospecção. 

Estas constatações devem estimular o debate, sobretudo no seio de países em desenvolvimento e detentores de rica biodiversidade e de conhecimentos tradicionais, como é o caso do Brasil, sobre a necessidade da instituição de modelos de saúdes nacionais, pautados em suas aptidões e carências, e sobre as oportunidades econômicas que o uso ético da biodiversidade apresenta.

Brasil: País em desenvolvimento e detentor de rica biodiversidade

Fonte: SciELO

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